Sabem aqueles supermercados no Brasil com tunel de ovo de páscoa, um corredor inteiro com paredes e teto de ovos pendurados de tudo que é sabor, cor, tamanhos e precos? Aqui não tem nada disso. Quando eu vim pra cá há quase 10 anos atrás, quase nem tinha ovos de páscoa, pouca coisa, hoje já tem bem mais. O que não tem aqui, pelo menos em minha humilde opinião, é a comercializacão da data, como é no Brasil. Aqui as pessoas até compram um ovo ou um pequeno kit de páscoa, mas não fazem uso da data para vender mais. A Dinamarca é um país de maioria protestante, e por isso não tem o melodrama dos católicos (desculpa se alguém se sentir ofendido). Claro que tem a religiosidade da data, mas cada dia menos pessoas vão à Igreja aqui, então acho que os padres não tem muito público pra dividir os significados da ressurreicão. Mas é um feriado muito gostoso, são cinco dias, já que segunda feira é feriado também, chamado de segundo dia de páscoa. É o primeiro feriado depois do natal, a primavera está despontando, então todos esperam ansiosos pelos 5 dias pra poder aproveitar as temperaturas mais amenas, visitar os parques, zoológico, brincar nos jardins ou simplesmente relaxar por uns dias. Aqui também se decora a casa com flores da época e pequenos objetos como ovinhos, coelhinhos, etc., e também se faz decoracão com papelão com as criancas, decoracão de ovos, etc. A tradicão mais legal fica por conta de um tipo especial de corte em papel pra fazer decoracão ou uma carta chamada Gækkebrev. Se for uma carta, se escreve uma charadinha e a pessoa que receber tem que adivinhar quem mandou (a linha pontilhada corresponde as letras do nome do remetente). Se o destinatário adivinhar, o remente terá que lhe dar um ovo de chocolate. Fazer gækkebrev é uma verdadeira arte. Na minha casa a tradicão é uma brincadeira muito gostosa que herdei da minha mãe. Alguns dias antes da páscoa (eu faco geralmente nos 2 ou 3 sábados anteriores) as minhas filhotas colocam uma cenoura na janela para o coelhinho da páscoa, que aqui em casa se chama Similico (novamente heranca da minha mãe). Eu ainda faco elas chamarem 3 vezes o nome do coelho, coisa mais fofa ver elas fazendo isso. E aí enquanto elas dormem, o tal coelhinho vem comer a cenoura, e além de deixar restos de cenoura na janela, deixa também pegadas de lama (feitas com base de rosto) e deixa ali um ovinho ou coelhinho de chocolate pra cada uma delas. Às vezes ele também deixa uma cartinha, o que faz a Malu se surpreender muito em como é possível um coelho escrever (ao que a mamãe responde que talvez ele tenha uma secretária ). No domingo de páscoa elas acordam e tem que procurar o ninho de páscoa que o coelho deixou escondido em algum lugar da casa, é a maior curticão. Pra completar o feriado de forma bem gostosa, também aqui se tem a tradicão de almoco de páscoa com a família, onde comida gostosa e muito bom humor são apreciados por todos.
Achou interessante? Já tinha pensado em como a Páscoa era celebrada fora do Brasil? Clique no banner e veja como ela é celebrado em terras distantes ou nem tanto, e o que mamães expatriadas como eu fazem para aproveitar tão delicioso feriado com seus filhotes.
Eu lembro quando era pequena e caminhava com minha mãe de mão dada pela rua, e perguntava quando era meu aniversário, e a minha indignacão e impaciência ao ouvir que ainda ia demorar um tempo. Tudo passava tão devagar né?
E agora tudo passa tão rápido, rapido demais, demais. Estou formada há 15 anos. Eu e Steen nos conhecemos há 12 anos e meio. Estamos casados há 10. Moro na Dina há 9. Malu acaba de fazer 5 anos e Alícia 2! Se continuar nessa velocidade logo vou ser bisa!!! Pára esse trem que eu quero descer!
Malu irá pra escola no próximo verão, precisamente dia 14 de agosto. Mas já em 1º de abril ela deixa essa escolinha que está e comeca a ir no SFO que é onde a crianca que está na escola vai no turno onde não tem aula, ou seja, de manhã vai pra escola e, quando terminam as aulas, vai até o clube e fica lá até os pais buscarem depois do trabalho. O que se faz nesse clube vale um post a parte e logo me dedicarei a escrevê-lo. Ela comecará assim tão cedo porque aí ela já vai conhecendo e ficando amiga dos colegas da escola, o clube é na maioria das vezes localizado na própria escola, estão a crianca também já vai se acostumando com essa mudanca.
Por enquanto a Malu ainda está na escolinha, e lá está no grupo dos grandes (que são os que vão pra esola no ano seguinte), e já visita a escola várias vezes, faz diversas atividades relacionadas com a escola e está adorando.
Na quarta passada nós fomos na escola pra entregar os documentos e conhecer o inspetor. Foi muito legal, mas ao mesmo tempo meio tratamento de choque, imaginando minha princesa cheia de livros numa mochila pesada indo pra escola. Me senti tão impotente!
E pra completar o sentimento de que estou perdendo o controle, fui informada de que Alicia vai sair do maternal e ir pra turminha dos grandes já dia 1º de janeiro (o certo seria somente aos 3 anos, mas eles fizeram um grupo só com criancas de 2 e 3 anos). Ou seja, minha pequeninha também está crescendo e evoluindo.
Quanto orgulho das minhas pestinhas, e que meeeeedo de elas crescerem rápido demais e abandonarem essa velha mãe. Bem, ainda tenho uns aninhos reinando de abelha rainha. Deixa eu ir aproveitar.
Bons sonhos!
Fome
Alicia completou 4 meses no último dia 10. Já está pesando cerca 6,4kg e medindo cerca 63cm. E assim como as medidas dela aumentaram, o apetite também aumentou! Quando não está dormindo Alícia mama a cada 2hs. E durante a noite, que ela costumava dormir até 9hs de uma só vez, agora é a cada 2 ou 3hs que ela acorda pra mamar. Haja leite e disposicão!
Acho que o que está acontecendo é o tal salto de crescimento e de apetite. Tentei então desde o dia 10 dar papinha de dia e mamadeira com um leite especial, mais grossinho, pra ela dormir melhor, mas quem disse que ela quer? A partir dos 4 meses o bebê comeca a ter controle do lábio superior e a engolir – mas alguns bebês levam mais tempo que os outros e pode ser que isso só aconteca com 6 meses. Malu quis tomar essa mamadeira quando tinha 4 meses, mas a papinha só quando tinha 6 ela comecou mesmo a comer. Alícia come umas duas colheres de papinha, mas a mamadeira, nem morrrrrta mamãe, vira a cara e comeca a chorar se eu insistir. Azar o meu que tenho que acordar a noite toda pra dar o peito...
Mas fora esse pequeno porém de muita fome da srta. Alicia, ela é uma menina super alegre que sorri o tempo todo (tem covinhas!), brinca bastante no tapete de atividades no chão, de barriga pra baixo também, agarra os brinquedos com forca e põe na boca, fica de pé, durinha, e muito mais. Um docinho J.
Comecamos também a nadar dia 18 de janeiro, e ela adora (quando toma banho em casa bate os pés e faz a maior molhaceira. Grupo de mães
Desde o dia 15 de janeiro temos, toda a quinta feira, uma reunião do grupo de mães. Esse grupo é organizado pela enfermeira (que já mencionei antes), botando em contato as mães da cidade e formando um grupo de até 6 mães com bebês de idades similares. Depois da primeira reunião com a enfermeira as mães continuam se encontrando a critério delas. No nosso grupo decidimos nos encontrar todas as 5as feiras, cada vez na casa de uma. A anfitriã serve o lanche/almoco e o papo rola solto. É muito bom por vários motivos, mas em especial é muito bom ter outras mães de bebês da mesma idade pra conversar, ajuda muito nas incertezas que se tem com relacão ao bebê, além de se fazer amizade com alguém que tenha filhos da mesma idade. Eu já tinha tido um grupo quando a Malu nasceu, e foi super importante principalmente porque eu era mãe de primeira viagem e tinha muitas dúvidas. Ganhei também uma ótima amiga, a Louise, que acaba de dar a luz há 3 semanas atrás a uma outra meninas. Agora estamos as duas de licenca e vamos aproveitar muito.
Carnaval
Para não deixar de falar um pouco da Malu, hoje tem festinha de carnaval no jardim de infância (na verdade “Fastelavn”, um pouco diferente do nosso) onde as criancas se fantasiam e se revezam pra bater com um taco num barril cheio de doces. Quem consegue quebrar o barril é coroado rei e todos comem os doces. Também se bate de porta em porta cantando uma música que diz se não ganhar doce vai fazer traquinagem.
Volto em breve com novidades. Quarta feira vou ao cinema de bebês, conto depois o que é.
 Hoje o dia amanheceu assim, branquinho. Steen levou Malu pra escolinha a pé, e teve que ir tirando um pouco da neve do caminho com o pé pra Malu poder passar. Não sei que temperatura fazia as 8hs quando eles foram, mas quando eu levantei estava muito frio (veja abaixo).
De tarde tive que sair de carro pra ir buscar a Malu e ir visitar uma amiga cuja filha também é coleguinha da Malu. Combinamos de nos encontrar lá na escolinha as 14hs e de lá ir pra casa dela. Tive então que limpar a neve do carro, o que levou uns 15 minutos, usando uma escovona (a neve era soltinha). Que trabalheira!
A neve comecou no domingo à tardinha, parou, e recomecou na terca feira a tardinha de novo. Mas foi só ontem a noite que comecou a nevar muito e cobriu tudo de branco. Não preciso dizer o quanto Malu ama a neve, ela abriu a porta hoje de manhã e disse “oh”, em total êxtase. A foto abaixo é de terca feira, neve comecando.
A previsão é de mais e mais neve nos próximos dias e grandes possibilidades de natal branquinho. Será?
 Hoje foi dia de visita da enfermeira para ver como anda a Alicia. É a quarta visita dela. Ela pesa e mede o bebê, vê como está o crânio, reflexos, simetria, se está mamando, se a mãe está conseguindo amamentar, se está com depressão pós parto, enfim, tudo que se refere ao bom desenvolvimento do bebê (e sanidade física e mental da mãe pra continuar cuidando do bebê).
Na verdade ela é mais que enfermeira, tem especializacão em cuidados com bebês e criancas, em tudo que se refere a saúde, alimentacão, crescimento, desenvolvimento motor, audicão, etc. Ela vem a primeira vez logo após o parto, e depois em determinadas datas (1 semana, 3 semanas, 2-3 meses, 4-6 meses, 8-10 meses, 1 1/2 ano, 3 1/2 anos). Se houver necessidade ela pode vir mais vezes, mas também tem open house a cada 15 dias em todas as cidades, caso as mães queiram levar seus bebês pra pesar, medir, tirar dúvidas, etc.
A enfermeira também dá conselhos sobre slings, natacão com o bebê, exercícios pra mãe, cadeira certa pra carro e bicicleta, etc. E ela também organiza o grupo de mães, que são cerca 6 mães que moram na mesma área e tiveram bebês na mesma época. Ela organiza um primeiro encontro e depois o grupo continua se quiser. Falarei oportunamente sobre isso quando eu comecar com o meu.
Bem, hoje a Alicia pesou 4,9kg e mediu 58cm (naqceu com 3,130 kg e 49cm). Está crescendo e ganhando peso, já está com as coxinhas fofinhas e cheias de dobrinhas. Tem ótimos reflexos, segura a cabeca sozinha, tenta engatinhar e fica de pezinho. Além disso sorri o tempo todo, "conversa", é super tranquila, dorme quase o dia todo - e a noite também. Acorda, mama e dorme de novo. Tudo de bom né?
Não é só o fato de ela ser mais tranquila que a Malu era - ela de fato é, mas também é nossa segunda filha, e desta vez não tem tanto aquela tensão, nervosismo, medo de que algo esteja errado, de não estar fazendo certo, sabem? Estamos curtindo um monte a nossa pimentinha. É o máximo "conversar" com ela e ver o sorrisão que ela dá imediatamente.
Que família de sorte nós somos hein?
Todo mundo me pergunta se a Malu fala ou entende português. Gente daqui da Dina ou do Brasil. A pergunta é natural, mas a resposta não é óbvia "ah, claro, a mãe é brasileira então óbvio que ela fala". É uma tarefa árdua ensinar uma língua pra um filho que está cercado de pessoas que falam outra língua.
Eu sempre falei português com a Malu, e desde já falo com a Alícia. Mas estou sozinha nesta tarefa, ou seja, sou a única pessoa que fala português com ela (com excecão, claro, das minhas amigas brasilieiras que moram aqui, mas não as vejo tão frequente, infelizmente). Desde que ela comecou a ir na creche quando tinha 11 meses ela ouve dinamarquês o dia inteiro. E quando chega em casa ouve o pai e a tv em dinamarquês. E no final de semana ouve os avós, primos e amigos em dinamarquês. E eu pareco aquele diabinho que fica sussurando atrás da orelha, sussurrando português no ouvido dela.
Sabendo disso eu decidi me armar melhor pra essa tarefa e usar de tudo aquilo que pudesse me ajudar a ensinar a nossa língua pra ela: música, filmes, livros, jogos, etc.
Procurei cds bons nas visitas ao Brasil, mas é difícil saber o que é bom quando não se mora lá, a gente fica bem por fora. "Saltimbancos" e "Arca de Nóe" eu já tinha e descobri "A palavra cantada". Mas eu sentia falta de músicas que tivessem gestos pra eu poder cantar com ela. Só conhecia aquela "fui morar numa casinha-nha-nha, infestada-da-da...". Como eu trabalha em uma creche aqui, eu aprendi dezenas de musiquinhas com gestos - as mesmas que ela aprendia na creche dela - e a minha frustracão era grande por não saber fazer o mesmo em português.
Comprei dvds do Baby Einstein, filmes tipo Pixar com áudio em português, "Sitio do picapau amarelo", dentre outros, pra ajudá-la a adquirir vocabulário. E tudo foi muito válido! Ela entendia tudo que eu falava, só que respondia em dinamarquês. Tudo bem, pelo menos ela estava me entendendo, né?
Aí fiquei sabendo dos videos "Só para baixinhos" da Xuxa. Não gostava da Xuxa, e não tinha nenhuma intencão em apresentá-la a minha princesinha. Mas aí assisti a uns exemplos no You Tube e vi que era exatamente aquilo que eu estava procurando: músicas com gestos, danca, onde se aprende verbos (acões), cores, números, emocões/sentimentos (feliz, triste, etc). E não é que os dvds são bons mesmo? Comprei os 2 primeiros, ganhei o terceiro, e a Malu foi a loucura com a Xuxa. Ela tinha menos de 2 anos quando comecou a ver, e já imitava com suas mãozinhas pequeninas tudo que a Xuxa fazia. Ela não falava muito, mas de repente comecou a falar um monte, e em português!
Há uns meses meu maninho querido, dindo da Malu, veio aqui nos visitar e trouxe mais dvds da Xuxa em suas malas. Tenho que admitir que os dvds são muito bons, especialmente pra criancas que moram fora do Brasil. mas não é só isso: o mal de assitir muita tv é que a crianca normalmente fica inerte na frente dela, sem se mexer, que nem um vegetal. Mas programas como o da Xuxa que fazem a crianca se mexer são até muito recomendados pelos especialistas.
O que eu tenho a dizer então é: Xuxa, muito obrigada por fazer esses dvds. Minha filha fala cada vez mais português porque canta junto contigo, além de se exercitar pulado, rodando, abaixando e levantando na frente da televisão.
Malu continua falando, em princípio, em dinamarquês, mesmo comigo. Mas ela usa palavras em português ao invês de em dina. Por exemplo: " Jeg vil have babyen på colo"=" quero segurar o bebê no colo". Ela canta "estou feliz, muito feliz".
Acho que estamos no caminho certo, né?
Esse final de semana comemoramos 3: 3 semanas de vida da Alícia no sábado e 3 anos de vida da Malu na segunda feira.
Mal dá pra acreditar que mais de 3 anos se passaram desde que pela primeira vez segurei minha filhinha nos bracos, depois de um longo e dolorido trabalho de parto e cesariana. E hoje ela já tem 3 anos, fala tudo (em duas linguas!), faz tudo sozinha, não usa fraldas, danca e canta com a Xuxa e muito mais. Mal dá pra acreditar que nessa segunda, dia 2, dia do aniversário dela, ela comecou no Jardim de infância (de 3 a 6 anos). Onde foi parar a minha bebezinha?
Sexta feira, dia 30/11 foi o último dia dela na creche (2 a 3 anos), e por isso comemoramos o aniversário dela e a despedida. Na noite anterior a minha princesa ajudou a fazer Muffins com cobertura cor de rosa pra levar pra creche. Levamos também suquinho de frutas vermelhas e barrinhas de banana. Foi a maior farra, ela ganhou presentinho (elástico de cabelo, um lápis e balão) e se divertiu muito no último dia. Mas ela não vai muito longe, pois a "escola" é uma casa grande, dividida em "turmas". Ela sai de uma turma e entra na outra: a das criancas grandes, como ela diz.
Domingo comemoramos em casa com a família dinamarquesa. Vovô Jens e Vovó Anne; tio Thomas, tia Karina e primos Mikkel e Sebastian; tia-avó Kirsten; primos Lene e Peter e filhas Maja e Nanna; primo Torben. Eu e Malu fizemos um bolo de chocolate com cobertura, e nós encomendamos um "kagemand" = "homem-bolo", que na verdade são pãezinhos (tipo massinha doce) assados juntinhos no formato de um boneco, e depois vem cobertura de acúcar confeiteiro, winegums (tipo bala de goma), e uma folha de marzipan com o nome dela e idade. A festinha foi um sucesso, ela estava super feliz. Cantamos parabéns em duas linguas, ganhou muitos presentes, comeu-se bastante e a tarde foi muito divertida.
Na segunda feira, dia do aniversário dela mesmo, Malu ganhou mais uns presentes da mamãe e do papai, tomou café da manhã, colocou a roupa e foi pro seu primeiro dia na "turma" dos grandes, com direito a lancheira cheia de comida gostosa e nutritiva. O dia foi ótimo, nada de surpresas, já que Malu conhecia de antemão as criancas e as pedagogas. A pedagoga contou que também cantaram parabéns pra Malu, e ela ainda ganhou mais um presente (uma sacola personalizada a mão). Que meninas de sorte, 3 aniversários!
Quando chegamos em casa o papai havia colocado as pernas na cama pra ela ficar alta e poder brincar embaixo. Foi o maior sucesso, ela já vinha pedindo há dias pela cama alta, e nós já tinhamos as pernas, só faltava colocar. Depois da janta Malu ganhou seu último presente, uma caixa registradora cheia de dinheiro, leitor óptico, microfone, comidas pra vender/comprar. Amou!
E onde fica a Alícia nisso tudo? Ah, ela ainda é tão pequeninha que mais faz dormir e mamar que qualquer outra coisa. Todo mundo pegou ela um pouquinho no domingo, e a mana Malu não deixa por menos e beija e acaricia o tempo todo. Ela já está com mais de 3 semanas, está crescendo, e cada vez mais fofinha.
Bem, por hoje é só pessoal (That's all folks!) Não se esquecam de ver as fotos novas, estarão aqui no photos até amanhã.
Então aconteceu mesmo: 1 semana antes da data estimada, nossa linda Alícia veio ao mundo no dia 10 de outubro de 2009, as 4:02 da manhã, de parto normal, pesando 3.130g e medindo 49cm.
Dia 10 é nosso aniversário de casamento. Fizemos 8 anos de casados e íamos sair pra comemorar um pouquinho. Já estava tudo arranjado: Malu ia dormir na casa dos avós, e nós sairíamos pra um cinema e jantar. No fim não rolou nada disso, porque Alícia resolveu se juntar à festa. Não podia ter presente melhor, concordam?
Malu também adorou o presente, a nova maninha, "lille søster", "min baby". Ela está tão orgulhosa da maninha, passa beijando e abracando, quer segurar no colo e ajudar a trocar fralda.
E a Alicia deixa tudo. Por que? Porque passa os dias de olhos bem fechados, dormindo o maior sono dos justos. Ela dorme quase o dia inteiro, é difícil vê-la com os olhos abertos (lindos olhos azuis escuros). Aí mama, faz cocô (e muito!!!) e dorme de novo.
E como agora ela está dormindo e já é muito tarde, eu também vou aproveitar pra fechar os meus olhos. Boa noite!
Então acho que algo (ou melhor alguém) mais vai nascer hoje... :o)
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